
| 18.10.2006 |
|
||||||||
A Folha de São Paulo traz nesta quarta-feira uma reportagem sobre 509 famílias do povo indígena pankararu, que vieram de Pernambuco e vivem numa favela na capital paulista. A notícia me surpreendeu. Até agora eu só conhecia um "índio" que mora em São Paulo: meu amigo Marques Casara (à esquerda na foto). Ele me esperou no Aeroporto de Congonhas, onde veio buscar ainda um outro amigo nosso – Carlos Locatelli – e me hospeda no apartamento em que mora com a fotógrafa Tatiana Cardeal. Nós três catarinenses oriundos do interior – eu (de Antônio Carlos), Marques (de Capinzal) e Locatelli (de Xaxim) – nos encontramos pela primeira vez em 1988, numa aventura pelo rio Amazonas. Os dois eram estudantes de Jornalismo na UFSC, eu havia acabado de passar no Vestibular. Depois da formatura, o "índio" (ele veio com este apelido para a universidade) fez carreira de repórter na grande mídia do eixo Rio-São Paulo. Hoje trabalha no Instituto Observatório Social, uma ONG que analisa e pesquisa o comportamento de empresas multinacionais, nacionais e estatais em relação aos direitos fundamentais dos trabalhadores. Locatelli virou professor de Jornalismo na UFSC, tem dois filhos e um veio artístico, e agora tenta o doutorado na USP. E Tatiana, que passou pela FSP, Notícias Populares e tabalhou mais de uma década como diretora de arte de publicações do Grupo Abril, hoje é free lancer, como este escrevinhador. O blog da Tatiana mostra que ela tem um carinho especial pela questão indígena. |
||||||||
|
||||||||
A Folha de São Paulo traz nesta quarta-feira uma reportagem sobre 509 famílias do povo indígena pankararu, que vieram de Pernambuco e vivem numa favela na capital paulista. A notícia me surpreendeu. Até agora eu só conhecia um "índio" que mora em São Paulo: meu amigo Marques Casara (à esquerda na foto). 