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"O Brasil não é para iniciantes", alertou-me o diretor do Centro de Estudos da Fundação Konrad Adenauer, Wilhelm Hofmeister, com quem me encontrei na segunda-feira. Depois de 14 anos fora do Brasil, sinto-me um pouco como um estrangeiro em meu próprio país.
Sem a valiosa ajuda de velhos amigos e novos contatos, o trabalho de reportagem que estou tentando fazer seria impossível. Sobre meus amigos do tempo de faculdade e de atuação na imprensa catarinense ainda vou escrever aqui nos próximos dias.
No Rio, entre outras pessoas, quem me deu uma grande força na correria entre uma entrevista e outra foi "seu" Sebastião Perón. Descendente de italianos nascido em Carangola, Minas Gerais, ele vive na cidade há 46 anos e reforça a renda da aposentadoria, levando turistas e outros "perdidos" aos seus destinos desejados.
"Para andar no trânsito do Rio, você tem de ser louco", ensina. Ele sabe como driblar alguns dos inúmeros congestionamentos que diariamente enchem a paciência dos cariocas e de quem visita a cidade. |
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