23.10.2006  
     
 
Gás da Bolívia, dinheiro da Alemanha, inserção de jovens
 
 

Cruzei hoje, no caminho de Antônio Carlos a Biguaçu (SC), o gasoduto que começa na cidade boliviana de Santa Cruz de la Sierra e termina em Porto Alegre (RS). O Gasbol, como é chamado, tem 3150 km de extensão, sendo 2593 em território brasileiro e 557 em território boliviano. Ele atravessa também os Estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná, passando por cerca quatro mil propriedades em 135 municípios.

Gás boliviano foi o que meu amigo Afrânio usou em seu carro, para me levar a alguns encontros interessantes na bela Ilha de Florianópolis.



O primeiro foi na Escola Sul da CUT, em Ponta das Canas, uma das 42 praias da ilha. Essa escola, cuja construção foi co-financiada pela Federação dos Sindicatos Alemães (DGB), dedica-se prioritariamente à formação de líderes sindicais. Mas também opera uma escola de hotelaria e turismo, principalmente para alunos de baixa renda. Dispõe ainda de hotel, restaurante e área de lazer.

À população de baixa renda destina-se também o trabalho desenvolvido pelo padre Vilson Groh, na comunidade de Mont Serrat, onde funciona a coordenação de cinco ONGs, que tentam criar oportunidades para os jovens. Somente no ano passado, o projeto chamado Aroeira permitiu inserir 500 jovens oriundos de favelas no mercado de trabalho.


 
 
 
Geraldo 23.10.2006, 02:27 # 1 Comment
 
 
     
1 Comment

  herzlich willkommen geraldo
to acompanhando suas andancas por aqui. que beleza de foto de floripa. nunca tinha reparado como a cidade estava tao colorida (e tao cheia de predios!). bom trabalho. abraços. marli henicka
 
  marli | E-Mail | 25.10.2006, 19:20  
 
 
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