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Cruzei hoje, no caminho de Antônio Carlos a Biguaçu (SC), o gasoduto que começa na cidade boliviana de Santa Cruz de la Sierra e termina em Porto Alegre (RS). O Gasbol, como é chamado, tem 3150 km de extensão, sendo 2593 em território brasileiro e 557 em território boliviano. Ele atravessa também os Estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná, passando por cerca quatro mil propriedades em 135 municípios.
Gás boliviano foi o que meu amigo Afrânio usou em seu carro, para me levar a alguns encontros interessantes na bela Ilha de Florianópolis.

O primeiro foi na Escola Sul da CUT, em Ponta das Canas, uma das 42 praias da ilha. Essa escola, cuja construção foi co-financiada pela Federação dos Sindicatos Alemães (DGB), dedica-se prioritariamente à formação de líderes sindicais. Mas também opera uma escola de hotelaria e turismo, principalmente para alunos de baixa renda. Dispõe ainda de hotel, restaurante e área de lazer.
À população de baixa renda destina-se também o trabalho desenvolvido pelo padre Vilson Groh, na comunidade de Mont Serrat, onde funciona a coordenação de cinco ONGs, que tentam criar oportunidades para os jovens. Somente no ano passado, o projeto chamado Aroeira permitiu inserir 500 jovens oriundos de favelas no mercado de trabalho.

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